Há excesso de alarme na resposta à gripe A
Após um verão (no hemisfério norte) e um inverno (no sul) de quase pânico e uma sucessão potencialmente assustadora de notícias a propósito da gripe A, parece que o fenómeno mediático abrandou um pouco de intensidade nas últimas semanas.
Já não telejornais nos quais 25/30% do tempo é passado a discorrer sobre o vírus H1N1, nem jornais que dediquem mais do que um ou dois artigos ao assunto – pareceria mesmo que a gripe A está, agora sim, a ser tratada como uma doença normal, não fossem as notícias de que já existem vacinas disponíveis, tendo a sua administração sido já iniciada nos EUA.
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